quinta-feira, 31 de julho de 2008

Será que todos podem ser apóstolos?


O mês de julho de 2008 para o Conselho de Pastores de Rio das Ostras, foi incomum, com o recebimento de pedidos de alguns obreiros neófitos, recém chegados a cidade para a realização de uma Cruzada Evangelística com um novo apóstolo de uma nova denominação neo-pentecostal do novo século, que através da mídia estava ganhando o Brasil para Jesus. Segundo aquele obreiro com poucos meses de fé cristã e sem nenhuma formação bíblica, o pseudo-apóstolo realizaria inúmeros milagres como fosse trazido ao município. A princípio contra argumentei, que não existem mais apóstolos depois dos doze chamados pelo próprio Jesus e Barnabé e Saulo, constituídos por ato da Igreja de Antioquia (At 13:1-3).
Ao sair do escritório do Conselho, o novel obreiro se achava mais ainda confuso , sem entender o por quê dessa verdadeira fábrica de “apóstolos” que se instalou na Igreja Evangélica Brasileira, particularmente no segmento neo-pentecostal. Visando dirimir eventuais dúvidas que possam existir na cabeça dos obreiros da Igreja Evangélica Riostrense, fomos examinar as Escrituras, como crente bereano e a História da Igreja com seus patriarcas, mártires e apologistas, para tentar entender essa profusão de apóstolos , que não se contentam mais com o título bíblico de pastores e bispos e descobrimos que apóstolos significa mais do que “mensageiro”: a sua significação literal é a de “enviado”, dando a idéia de ser representado a pessoa que manda. O apóstolo é um enviado, um delegado, um embaixador.
No Evangelho de São Lucas diz-nos que o nome apóstolo foi dado aos doze por Jesus Cristo (6.13), e em mais quatro passagens o emprega a respeito dos discípulos (9.10, 17.5, 22.14, 24.10). Em cada um dos outros Evangelhos o termo ocorre uma só vez (Mt 10.2; Mc 6.30; Jo 13.16). Nos Atos e Epístolas, especialmente nos escritos de S. Paulo, é freqüente. A razão é clara: Jesus chamou alguns “discípulos” para, de perto, viverem com Ele e irem aprendendo a Palavra do Evangelho, mas sempre com o fim de enviá-los por toda parte como Seus representantes. Daqui se depreende que as idéias essenciais do apostolado devem ser compreendidas em todas as relações do Mestre com os doze, embora o nome pertença propriamente aos casos em que o discípulos vai numa missão a qualquer ponto, quer para tratar de serviços temporais durante a vida de Cristo, quer para sustentar a obra evangélica depois da Sua morte. A idéia vem expressa com verdadeiro conhecimento e precisão de frase em S. Marcos, quando ali se diz que “chamou os que ele mesmo quis, e vieram para junto dele. Então designou doze para estarem com ele para os enviar a pregar” (Mc 3.13, 14). Na significação do verbo enviar está incluída a de apóstolo (grego apostello).
O estudo primária da significação de “apóstolo”, com base nos Evangelhos, deve efetuar-se em volta destes três pontos: chamadas, educação, missão. Basta indicar aqui algumas das feições de cada especialidade, como se acha na simples e primitiva narração do Evangelho de S. Marcos.
a) A Chamada. O primeiro ato do ministério público de Jesus Cristo é a chamada de Simão e André, Tiago e João, para a Sua companhia, a fim de fazer deles “pescadores de homens” (Mc 1.16 a 20). Uma estranha autoridade se nota na maneira de chamar, correspondendo-lhe uma resposta imediata: estas características aparecem na posterior chamada de Levi (2.14), e mesmo na nomeação dos doze (3.13 a 19). Não é o caso duma adesão gradual a qualquer doutrina nova, a algum novo Mestre: é o próprio Jesus que, para os fins da Sua missão, toma a iniciativa.
b) A Educação. Na primeira parte do Evangelho são os discípulos testemunhas e companheiros de Jesus no Seu ministério público, mas ali se menciona uma direta instrução do seu Mestre (4.10 a 25,35 a 41; 6.7 a 11, 31, 47 a 52; 8.14 a 21). Todavia, a sua convivência com Jesus há habilitou Pedro, como que falando por todos, a fazer a grande confissão: “Tu [es o Cristo” (8.29), confissão seguida da predição de Cristo, três vezes repetida, com respeito à Sua paixão (8.31, 9.31, 10.33), proporcionando-lhes, entrementes, lições sobre renúncia, humildade, e serviço. O que se pode depreender do que se lê em S. Marcos é que desde o temo do ministério da Galiléia, e depois de terem saído desta província, Jesus consagrou-se cada vez mais a instrução e educação dos doze. Esta conclusão é sustentada, com muitos por-menores adicionais, por S. Mateus e S. Lucas, e confirmada pelo maravilhoso discurso de Jesus (Jô 13.17).
c) A Missão. A Missão temporária, de que se fala em Mc 6.7 a 13, ainda que, pelo sabemos, não se acha repetida, pode ser considerada como típica. Insiste-se na simlicidade do abastecimento, como sendo de grande conveniência para concentração em trabalho urgente. Esta confiança é, também, acentuada no grande discursos que vem em Mt 10 (leia-se Lc 10.1 a 24 sobre a missão dos setenta). Os discípulos são revestidos de autoridade por Jesus, e na sua volta referem ao Mestre tudo o que tinham feito e ensinado.
II. Nos Atos e Epístolas. A suprema autoridade dos apóstolos, na Igreja Primitiva, acha-se indicada em At 1.1 a 11, e manifesta-se por todo o livro. Com a escolha de Matias para o lugar que Judas deixou pela traição, ficou completo o círculo dos doze. Este fato nos mostra que, para o apostolado, era essencialmente requerido que o eleito tivesse Sid companheiro de Jesus desde o seu batismo até à ascensão. Mas pelas exigências da Igreja, que tomou logo grande desenvolvimento, e por livre concessão do Espírito Santo, deixaram de ter aquela estreiteza os limites do apostolado. Por ato da Igreja de Antioquia (At 13.1 a 3), Barnabé e Saulo foram constituídos apóstolos: é-lhes conferido esse título, em 14.4, 14. Paulo não somente reclama com firmeza aquela qualidade (Rm 1.1; Co 1.1; 2Co 1.1 etc; 1 Co 9.1 2 Co 11.5; Gl 1.1 etc), mas associa e ele Barnabé (Gl 2.9; e Co 9.5,6). É provável que Paul queira, também, aplicar aquele termo a Tiago, o irmão do Senhor (1Co 9.5; 15,7; Gl 1.19), a Silvano (1Ts 2.6); e mesmo a cristãos tão pouco conhecidos na história como Andrônico e Júnias (RM 16.7). Mas esta extensão do córculo apóstoloca foi limitada por uma condição essencial: um apóstolo devia ter visto o Senhor (1Co 9.1). para poder testemunhar logo o objeto da fé da Igreja, Cristo ressuscitado (1Co 15.8). Além disso, devia haver nele uma clara consciência da chamada divina e sua nomeação (Rm 1.1; 1 Co 1.1 etc) e, sevindo ao Senhor, os sinais de um apóstolo (2 Co 12.12; 1 Co 9.2) etc. É em virtude destas aptidões combinadas que os apóstolos se acham primeiramente na ordem dos dons, que Deus concedeu à Sua Igreja (1Co 12.28; Ef 4.11). Eles conservaram-se numa relação espiritual com Jesus Cristo, que os dez depositários e autorizados pregadores da Sua Palavra (2Pe 3.2), e repetidas vezes nos escritores da primitiva Igreja: cf Ef 2.20 e AP 21.14). Em conformidade com isto, a prova da apostolicidade foi mais tarde requerida nos escritos, que por fim fizeram parte do Cânon do Novo Testamento.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

A História da Igreja na visão de um jornalista


Dezembro está chegando e com ele a formatura dos alunos do Curso de Formação de Obreiros da Igreja Batista Renovada em Cidade Beira Mar – Rio das Ostras.
A iniciativa pioneira do pastor Paulo Sérgio Aleixo, na busca do conhecimento e treinamento de crentes bereanos, para atender as necessidades da seara do mestre no município, está sendo fundamental para o crescimento do Reino e o amadurecimento de sua liderança.
Quando fomos convidados para lecionar História da Igreja para uma turma de 15 alunos em sua aula-magna, entendemos ser uma oportunidade histórica na Igreja evangélica riostrense, pois como Bruce Shelley afirmou: “Com certeza, um dos aspectos mais extraordinários do cristianismo hoje, é que poucos dos que professam ser crentes e obreiros, nunca estudaram seriamente a história da religião que seguem”.
A História da Igreja não é perfeita. Na verdade, é o oposto. Ela é maculada, pecadora e cheia de crises. Por alguma razão misteriosa , Deus escolheu efetivar seu Reino através da Igreja e assim nos preservou da auto-destruição. Tendo iniciado há dois mil anos, a Igreja preservou e transmitiu o Evangelho, convidando as pessoas a abrirem o coração e a receberem-no, a fim de que, quando a civilização como a conhecemos acabar, todo o povo de Deus esteja reunido e pronto para receber o Senhor.
As aulas de História da Igreja têm dois objetivos: 1 – informar sobre o passado, encorajar em relação ao presente e inspirar para o futuro. 2 – fazer com que os alunos aprendam sobre sua própria história, como quem lê um conto, dando-lhes entendimento e sabedoria, tomando consciência do preço que foi pago por você.
Certa vez, um aluno declarou-me que não gostava de História, pois a matéria falava apenas de pessoas mortas. Porém, entendemos, que a História traz a vida quem está morto, pois nenhuma pessoa está morta enquanto alguém continua mencionando o seu nome ou contando as suas histórias. Além disso, a informação do estudo da História, pode inspirar o aumento da fé. Tenho esperanças de que este curso iniciado em 2008 se prolongue e multiplique-se para que muitos tenham acesso a História da Igreja Viva do Deus Vivo.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Por que as ovelhas devem admirar o pastor


Atualmente a TV brasileira exibe um enlatado americano nas tardes de sábado, que tem por título: “Todo Mundo Odeia o Cris”.
Certa vez, fui convidado a ministrar um estudo bíblico em uma Igreja sexagenária de linha pentecostal, onde cerca de 50% da membrezia não suportava o líder espiritual, colocado pela denominação de maneira impositiva.
O pastor em questão vociferava no púlpito para as ovelhas: “Vocês são obrigadas a me amarem e obedecerem, pois está na Bíblia.” Muitos pastores que pertencem a denominação evangélica, cujo sistema de governo é episcopal, pensam que seu cargo ou posição são suficientes para conquistar o respeito, amor e admiração de suas ovelhas. Nada é mais ilusório. Cada dia surgem mais pessoas que almejam o episcopado, se preparam para isso, como obreiros aprovados e acabam fundando novas denominações, quando não encontram espaço para servir a Deus em suas próprias igrejas.
O grande problema de pastores-delegados, sempre com a cara amarrada, que se acham donos da Igreja de Cristo, é que eles não têm capacidade de criar no coração das ovelhas, o amor de Cristo. Mesmo porque, esses líderes não trazem amor no coração, são incapazes de atitudes semelhantes ao Bom Pastor.
Um pastor na posição de pai espiritual, jamais vai ganhar a admiração e o amor de seus filhos na fé, somente porque é seu pai biológico, embora muitos pastores pensem que isso basta. A aceitação da liderança espiritual é um sentimento que brota como o amor.
Quem não tem a capacidade de amar e conquistar suas ovelhas, acaba usando a força do cargo para se impor e ser obedecido. Na marra, na base do autoritarismo, um líder espiritual nada consegue. A ovelha precisa ser conquistada para respeitar o pastor integralmente, como seu líder e como pessoa. Este é o segredo.
As pessoas podem obedecê-lo por vínculo afetivo à Igreja ou por medo de serem desligadas do roll de membros. No fundo, o pastor não vocacionado para o ministério, sabe que não pode contar com essas ovelhas, que muitas das vezes, ele denomina de rebelde. Não há pacto bíblico entre eles. É como um general que comanda uma tropa de mercenários. Se surgir uma oportunidade, os soldados se bandeiam para o lado que pagar mais. Isso acontece com relativa freqüência em consagrações espúrias, onde o pastor para manter-se na titularidade do rebanho, negocia consagrações de oficiais para ter aliados. Na história da Igreja, isso recebeu o nome de Simonia.
Durante um período de minha vida profissional, trabalhei um tempo na Rádio Litoral AM de Rio das Ostras, quando pertencia ao grupo Iltamir de Abreu de Comunicação em 1990. Na época, o arrendatário da emissora, nomeou como gerente sua prima, que nada entendia de jornalismo ou administração, tão pouco possuía nenhuma noção de liderança. Ninguém da equipe queria escutá-la. Muitas vezes, a liderança autêntica brotava de um radialista subalterno. Em vez de se apoiar nisso, a gerente ficava com ciúme e cobrava obediência da equipe. Era atendida porque o pessoal tinha medo de perder o emprego. Mas a admiração pelo radialista popular continuava. Em vez de ficar competindo com o radialista, a gerente faria melhor se tentasse aprender como o radialista conseguia tocar o coração das pessoas.
Isso acontece muito em igrejas, onde o pastor não foi chamado por Deus para ser um mestre na Palavra ou um pregador eloqüente,e fica com ciúme dos obreiros cheios de unção e acaba negando-lhes o púlpito até mesmo para fazer uma oração.
Está provado que hierarquia eclesiástica não garante e nem sustenta uma liderança pastoral ilegítima.
Pense nisso: Se o rebanho que Jesus colocou sob o seu pastoreio, escuta você, respeita suas idéias, ouve sua voz, isso significa que você está ajudando as pessoas a realizarem sua caminhada de fé. Se você tem que usar a força do cargo de presidente ou dirigente para ser ouvido, se as pessoas o temem, você ainda não chegou a estatura de Moisés, que mesmo sendo manso e humilde, liderou cerca de 2 milhões de pessoas no deserto.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Aceita-se Tudo


Conta-se que certo beduíno após viajar durante todo dia debaixo do sol escaldante do deserto, chegando a noite, resolveu descansar e armou sua tenda, próximo a um Oásis. Seu camelo, o melhor amigo de todo beduíno, colocou o focinho dentro da tenda. No dia seguinte, seguiu viajem para outras terras. Chegando a noite, novamente armou a tenda e dormiu o sono do justos, porém, novamente seu camelo, também buscou abrigo na tenda, entrando com a metade do seu corpo e a corcova. No outro dia, o beduíno levantou-se e deu de cara com o camelo, orem não tocou-o para fora da tenda, antes achou engraçado o abuso cometido pelo animal. No terceiro dia, o beduíno foi acordado com uma tempestade do deserto, e sem entender nada, ele percebeu que seu camelo havia passado a noite, totalmente protegido dentro da tenda. Ele havia perdido a tenda, desde o dia em que tolerou que o camelo colocasse o focinho, onde não fora chamado. Essa ilustração, serve para mostrar que na sociedade moderna, a tolerância requerida de nós transformou-se na maior de muitas virtudes. Tornou-se lugar comum, aceitar-se tudo, mesmo estando completamente errado, totalmente fora dos padrões de moralidade e civilidade A Igreja cristã e suas lideranças têm sido criticadas pela mídia secular pela intolerância. Com o sexo livre, a prostituição, o consumo de drogas, o casamento de pessoas do mesmo sexo, a corrupção. A Bíblia revela: Não vos conformeis com este mundo. Quando jovem de maneira radical, criticava os podres poderes da sociedade e ouvi certa vez, que ao chegar a serenidade da velhice, tornaria-me mais tolerante, relativando valores. Estamos vivendo dias, em que até mesmo dentro da Igreja, perdeu-se a vergonha do pecado. Tudo tornou-se normal. Aceita-se tudo em nome da virtude da tolerância. Quando criança, ao ser flagrado fazendo alguma coisa errada, ficava logo corado de vergonha. Diante de meus pais muito rígidos em seus preceitos morais, pensava eu naquela época. Hoje, perdeu-se a vergonha completamente no relacionamento de filhos com pais, ovelhas com pastores, funcionários com patrões, etc. O profeta Daniel na corte Babilônica deu uma declaração, que na Igreja contemporânea estava fora de moda, pra não dizer antiquado e rara: “A Ti, o Senhor, pertence à justiça, mais a nós, o corar da vergonha” (Dn 9.7). Isto não mais acontece. Ficamos tolerante com o pecado no mundo é até mesmo dentro da Igreja. Tudo tornou-se normal. Aprendi com minha avô paterna Rita Cunha, neta de escravos que não sabia ler e tão pouco escrever, mas que não perdia uma escola dominical na Igreja Batista Central de Belford Roxo, que a vergonha na cara é saudável e essencial na preservação da dignidade humana e fé cristã. A vergonha nos ajuda a temer à Deus e reconhecer nossos erros e o sacrifício de Cristo na cruz do Calvário. O Homem sem vergonha, não tem limites para pecar contra Deus, o seu próximo e a sociedade. Precisamos enquanto cidadãos do reino, voltarmos a olhar para a vergonha da cruz. Precisamos voltar a “.corar de vergonha”.

domingo, 27 de julho de 2008

Para quê Creiais


Jesus operou também em presença de seus discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome. (Jo 20:30). A Bíblia revela que Deus enxergava em Davi um homem, um rei, ainda que seu pai Jessé, o Belemita, visse nele, apenas um menino. Seus irmãos, homens de guerra, também olhavam para Davi e viam apenas o caçula da família, o pequeno pastor de ovelhas. Porém, logo após o derramar do azeite sobre sua cabeça pelo sacerdote e juiz Samuel, confirmando sua indicação pelo próprio Deus para sagrar-se Rei de Israel, com a idade de apenas 15 anos. O Espírito do Senhor, se apossou dele com muita unção, e Davi pegou sua harpa e entoou cânticos ao Senhor dos Exércitos, tomando posse da benção. Davi acreditou nas promessas de Deus para sua vida, mesmo sofrendo perseguição do Rei Saul, enfrentando o gigante filisteu Golias, sendo criticado pela sua mulher Mical, se refugiando na caverna de Adulão, sendo questionado pelos seus guerreiros, contudo, no âmago do seu ser, ele cria na fidelidade da Palavra de Deus verdadeiro, que depois de cerca de 15 anos se confirmou para espanto dos seus adversários e a glorificação do nome do Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Certa vez, ouvi o pastor Samuel Gonçalves da Catedral da Assembléia de Deus em Cabo Frio, pregar o testemunho de uma senhora, membro do Círculo de Oração da Igreja, que não se afastava do templo e estava sempre de joelhos dobrados na Casa de Deus, intercedendo pela conversão do seu marido, um beberrão inveterado. Certa manhã, Deus usou a boca de alguém para falar aquela mulher, que no tempo certo, seu marido se tornaria obreiro na Casa do Senhor. Tomando posse daquela revelação, imediatamente a senhora de idade avançada, saiu do templo e foi procurar uma loja de roupas masculinas e comprou um bonito terno para seu marido, colocando-o no armário. O marido, após chegar do bar, completamente bêbado e totalmente sujo, foi procurar uma roupa para tomar banho e descobriu o terno novo, perguntando a mulher: “De quem é esse terno?” Prontamente, sua mulher respondeu: É seu, meu querido! Curioso, o homem lhe indagou: Para quê esse terno, não vou a nenhum casamento, batizado e tão pouco sou crente para freqüentar Igreja? Cheia de convicção e fé, mas carinhosamente a mulher respondeu: Não é agora, mas vai ser obreiro da Casa do Senhor em nome de Jesus. Com uma grande gargalhada, o marido achou que a mulher estava ficando louca. Passado 10 anos, aquele homem contraiu uma cirrose hepática, sendo internado no hospital com declaração de morte por uma junta médica. Após muitas orações da mulher e dos irmãos da Igreja e sucessivas visitas, o homem se converteu e fez um voto ao Senhor, se caso, ele fosse curado, se batizaria e se tornaria um obreiro aprovado. Aquela mulher, creu nas promessas de Deus para a sua família, por isso, comprou o terno antecipadamente. Se você também tomar posse das bênçãos reservadas por Deus para a sua vida, tenha certeza, no tempo certo, assim como Davi você receberá a coroa da sua vitória.

sábado, 26 de julho de 2008

Alguém precisa Começar


Um senhor de idade avançada estava cuidando da planta com todo o carinho, quando um jovem aproximou-se dele e perguntou:- Que planta é esta que o senhor está cuidando?- É uma Jabuticabeira - respondeu o senhor.- E ela demora quanto tempo para dar frutos?- Pelo menos uns quinze anos - informou o senhor.- E o senhor espera viver tanto tempo assim? Indagou irônico o rapaz.- Não, não creio que viva mais tanto tempo, pois já estou no fim da minha jornada - disse o ancião.- Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?- Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria Jabuticabas, se todos pensassem como você...
Provérbios 24:14 "Então, sabe que assim é a sabedoria para a tua alma; se a achares, haverá bom futuro, e não será frustrada a tua esperança."
1 Timóteo 6:19 "que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida."Não importa quanto tempo temos pela frente, quantos dias, meses e até anos, tudo que temos a nossa frente para fazer, devemos pensar nos frutos que estes atos trarão.Pense Nisso!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Assembléia na Carpintaria


Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia. Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
O martelo era o Presidente, mas teria de renunciar. A causa ? Fazia demasiado barulho e vivia o tempo todo golpeando. O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo:
Ele dá muitas voltas para conseguir o que deseja. O parafuso concordou mas, pediu a saída da lixa.
Ela é muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos. A lixa acatou, com a condição de que expulsasse o metro . Ele mede os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou todas a ferramentas e iníciou o seu trabalho, transformando uma rústica madeira em um fino móvel.
SENHORES :
TODOS TEMOS DEFEITOS, MAS O CARPINTEIRO TRABALHA COM NOSSAS QUALIDADES, COM NOSSOS PONTOS VALIOSOS.
Notamos, que o Martelo é forte, o Parafuso une e dá força. A Lixa retira as asperezas, e o Metro é preciso e exato.
QUANDO UMA PESSOA BUSCA DEFEITO EM OUTRA, A SITUAÇÃO TORNA-SE TENSA E NEGATIVA.
QUANDO SE BUSCA OS PONTOS FORTES DOS OUTROS : FLORESCEM AS MELHORES CONQUISTAS HUMANAS.
É FACIL ENCONTRAR DEFEITOS, QUALQUER UM PODE FAZE-LO. MAS ENCONTRAR QUALIDADES ... ISTO É PARA OS SÁBIOS !


PORTANTO, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo. Romanos 12:1

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Nas mãos certas.


Uma bola de basquete...nas minhas mãos vale uns R$ 35,00nas mãos do Oscar vale R$ 7.000,00.Depende das mãos que a seguram.Uma bola de volei...nas minhas mãos vale uns R$25,00nas mãos do Tande vale uns R$5000,00.Depende das mãos que a seguram.Uma raquete de tênis...em minhas mãos não tem uso algumnas mãos do Guga o tornou o número 1 do mundoDepende das mãos que a seguram.Uma vara...em minhas mãos vai manter os animais afastados de mimnas mãos de Moisés abriu o mar vermelho.Depende das mãos que a seguram.Um estilingue...nas minhas mãos é apenas um brinquedonas mãos de Davi se tornou uma arma poderosa.Depende das mãos que a seguram.Dois peixes e cinco pães...nas minhas mãos se tornam alguns sanduíchesnas mãos de Cristo alimentaram multidões.Depende das mãos que o seguram.Pregos...nas minhas mãos podem significar a construção de uma casanas mãos de Cristo significaram a SALVAÇÃO DO MUNDO.Depende das mãos.Como você pode concluir agora, tudo depende das mãos...Então coloque suas preocupações, seus sonhos,seus anseios, seus temores, seus interesses,SUA FAMÍLIA, SUA VIDA nas mãos de DEUS!Pois TUDO depende das mãos que os tem.Pense Nisso!

quarta-feira, 23 de julho de 2008

A nossa santa participação na vida política


Foi-se o tempo em que o crente não se envolvia em política, com o receio de se contaminar com o pecado da corrupção. Porém, como cristãos evangélicos, pentecostais, nascidos de novo, afirmamos na centralidade da pessoa e da obra de Jesus Cristo, como Senhor e Salvador, na autoridade das Sagradas Escrituras, que devemos ser luz e sal da Terra, não apenas durante o culto em nossos templos, mas sim em todos os segmentos da sociedade.
Temos certeza de nossa salvação e que vamos morar na Nova Jerusalém, porém, enquanto este dia não chegar, o que vamos fazer até chegar o dia de nossa morte ou o arrebatamento da Igreja? Como podemos testemunhar o Reino de Deus no meio do reino dos homens, se ficarmos presos a uma corrente escatológica bastante pessimista, quanto a participação dos crentes na vida pública. Nossa família, trabalho, escola, sindicato e até mesmo os partidos políticos que buscam o poder temporal, podem ser canais sociais do nosso testemunho cristão em favor do bem da coletividade, se aplicarmos os preceitos bíblicos. João Wesley na Inglaterra, mesmo não sendo nenhum ativista político e partidário, pregava sobre a necessidade de justiça social para os desvalidos do reino de sua majestade inglesa. Wilberforce da Tribuna do Parlamento Inglês, travou uma luta pela libertação dos escravos negros trazidos da África para servir aos fazendeiros ingleses. João Calvino, o Reformador de Genebra na Suíça, via o engajamento político de cidadania dos cristãos, como uma “Sacrossanta vocação”. Sabemos que nenhum governo humano será perfeito, porém enquanto cidadãos e eleitores, temos o dever e a responsabilidade de contribuir de maneira democrática para tornar o mundo menos pior. Tem sido devido a omissão dos homens de bem, que professam a fé no Cristo vivo, que os homens maus, tem alcançado o poder político, governando com iniqüidade sem nenhum senso de justiça. Como disse, o bispo da Igreja Anglicana no Brasil, Robinson Cavalcante: “O nosso engajamento obediente é um sinal de santidade ativa.” Portanto, vamos nos engajar, tornando o Evangelho relevante em todos os segmentos da nossa geração.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Qual o Reino a que você pertence?


Conta-se que certa ocasião, um imperador alemão realizou uma visita a um das mais afastadas províncias dos seus domínios.
Passando por uma pequena escola, situada `a beira da estrada por onde passava, em uma zona rural, resolveu interromper a viagem e visitar os alunos. Professores e crianças o receberam com emoção, respeito e acatamento. No meio de tanto entusiasmo, houve quem improviasse um discurso para saudar a ilustre personagem.
O imperador ficou surpreso e feliz com a recepção. Percebendo que a classe era viva, inteligente e desinibida, sentiu-se à vontade entre os alunos.
depois de os ouvir cantar, declamar, discursar, ele resolveu se divertir um pouco com eles.
Pediu a seu secretário que lhe trouxesse uma laranja e, mostrando-a aos meninos e meninas, perguntou:
"Qual de vocês é capaz de me responder e que reino pertence esta fruta que tenho na mão?"
"Ao reino vegetal." - respondeu de imediato uma garota risonha, de olhos brilhantes e muito comunicativa.
"Surpreendente!" - disse o imperador. E continuou.
"Já que você respondeu com tanta precisão, vou lhe fazer duas outras perguntas. Espero que você responda correta e imediatamente. Se me responder sem hesitar, eu lhe dou uma medalha como prêmio. Aceita o desafio?"
"Aceito, sim senhor." - falou prontamente a garota.
Então, colocando a mão no bolso de sua farda, tirou uma moeda e mostrou à menina, indagando:
"E esta moeda - a que reino pertence?"
"Ao reino mineral." - disse ela.
"E eu, a que reino pertenço?" Questionou o imperador.
Houve um rápido momento de silêncio. Os colegas se entreolharam. A garota apagou o sorriso alegre. Ficou séria e constrangida. Ficou preocupada em ofender o imperador, dizendo que ele pertencia ao reino animal.
Mas, afinal, a resposta seria a correta. Contudo, pensava, poderia perder a medalha e até ser repreendida. Então, de repente uma resposta lhe veio à mente. Seus olhos voltaram a brilhar, um sorriso iluminou a sua face e ela respondeu, alto e claro: "o senhor pertence ao reino de Deus!"
A resposta da menina causou admiração entre os colegas, professora e toda a comitiva que acompanhava o imperador.
Foi, no entanto, o próprio imperador que mais se sentiu tocado pela afirmativa da garota.
Com voz embargada, entregou a medalha prometida e, emocionado, falou:
"Espero que eu seja digno desse reino, minha filha!"
Pense nisso!
Todos somos de Deus. Grande e pequenos. Pobres e ricos. Saudáveis e enfermos.
Independente de cor, raça, nacionalidade, todos somos criaturas de Deus.
Todos fomos criados por Ele, mesmo que alguns afirmem não acreditar que Ele exista.
Somos alimentados por seu amor, todos os dias. E todos alcançaremos, embora em momentos diferentes, o seu reino de paz, de justiça e amor.
Isso porque Deus ama a todos de igual maneira e oferece as mesmas chances de progresso e felicidade.
E pacientemente espera que aceitemos a sua oferta.
Todos somos criaturas de Deus. Você, eu, a humanidade inteira!
Não esqueça disso e abra seu sorriso de esperança, renove as suas forças e prossiga no rumo da luz, abraçando o bem.

Este texto foi escrito por um autor desconhecido.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Sacolão Evangélico


O título acima, não representa uma nova loja de Hortifrugranjeiros a ser aberta na cidade por algum evangélico, mas sim, para alertar as coisas estranhas e até indesejáveis que vem acontecendo entre os evangélicos do nosso município e região adjacente. Fatos que, alguns deles, não escapam aos pentecostais. Sobretudo, a banalização de assuntos sérios, envolvendo a fé cristã. O meio evangélico vem se tornando um “sacolão” que tudo aceita e legitima. Tornou-se corriqueiro, hoje, lamentavelmente entre os crentes aplicar a lei do Gerson, ou seja levar vantagens contra irmãos e igrejas, mesmo conscientes do que estão praticando. E o pior, é que muitos pseudo pastores, estão aderindo a essa prática nefando, sem a menor cerimonia ou receio de causar escanda-lo no seio da Igreja e da sociedade. Muitos são os que exibem na lapela dos ternos ou broches ou decalques bonitos nos carros, indicadores da fé que professam. Da denominação que pertencem, esquecendo-se de que o testemunho do cristão está no seu caráter. Tornou-se comum líderes eclesiásticos largarem suas esposas depois de décadas de casados e buscarem um relacionamento com mulheres jovens, dispostas a fazerem a obra de Deus. Será que Deus está nisso? Muitas mulheres, que se dizem profetisas também, estão se divorciando de seus maridos, e abrindo igrejas, como rede de fast food, tipo Bob’s, etc. Há poucos dias, ao parar diante do semáforo, antes de entrar na rua Bangu, o motorista que vinha atrás, desviou-se do nosso carro, e bruscamente, atravessou o sinal fechado. No vidro traseiro, constava: “A serviço do Rei”, o motorista ao meu lado, questionou: A que tipo de Rei, ele está servindo? No ano passado, ao participar de uma reunião de ministros na Catedral das Assembléias de Deus em Madureira, o Bispo Manoel Ferreira, presidente da Convenção Nacional das Assembléias de Deus, nos alertava, que algumas igrejas da região centro oeste do Brasil, estavam adquirindo revistas da Escola Dominical Pirateadas. Naquele momento, fiquei surpreso, com a audácia desses piratas, contudo, após retornar para Rio das Ostras, depois de algumas semanas, descobri, que aqui, também se realizava a multiplicação, indevida das revistas de EBD. Fica a pergunta: Será que Deus está nisso? Isso, sem falar, nos cheques sem fundo e nas dívidas que são realizadas no comércio da cidade, pelos mercenários da fé, causando verdadeiro constrangimento, com a típica pergunta: Fulano é realmente pastor? Sicrano é mesmo evangélico? Não adianta, o pregador sapatear, dar pulos olímpicos, maiores que o do João do Pulo, fazer as pessoas caírem no chão no efeito dominó, profetizar vitória e prosperidade, falar a línguas dos anjos, possuir os nove dons do Espírito, e não ter as marcas do caráter de Cristo. As Escrituras Sagradas revelam que pelos frutos seremos conhecidos. O resto, bem, o resto é o resto.

domingo, 20 de julho de 2008

Saindo na benção



Faz alguns meses, que um pastor amigo e conhecido de longas datas, esteve em meu escritório para comunicar que estava saindo da Igreja e da denominação pentecostal, o qual ele pertencia a cerca de 30 anos. Onde havia se batizado nas águas e no Espírito Santo. Onde havia se casado com sua Rebeca. Onde seus filhos haviam sido apresentados no templo. Onde ele havia sido ordenado ao Ministério Pastoral e após dirigir diversas congregações pelo Estado em obediência ao chamado de Deus se encontrava em litígio com seu superior eclesiástico, que segundo ele por motivos de vingança e perseguição, queria removê-lo para um lugar distante onde o evangelho não frutificava. Aquele pastor com aspecto cansado e com tristeza nos olhos estava com o coração dilacerado por estar quase que sendo expulso pelo suposto dono da Igreja, que naquele caso, não era Jesus,como ensinava as Escrituras Sagradas. Aquele pastor com a face sulcada pelo sofrimento ministerial, contava-nos que lhe fora cerceado o púlpito, a exemplo do que acontecera com João Wesley, lhe fora imputado o silêncio por ter questionado determinadas atitudes, tais como: a falta de transparência no uso dos dízimos e ofertas, onde o pastor não prestava nenhum relatório financeiro a membrezia.
Aquele desabafo, mas parecia um filme de horror religioso, onde muito de nós já passamos por isso. Naquele momento após orarmos juntos e buscarmos um conselho de Deus, para um ministro do Evangelho que deixa sua igreja amada em circunstância não tão satisfatórias, lembrei-me do aconselhamento feito pelo pastor Calvin Wittman, titular da Igreja Batista de Applewood no Colorado – EUA, na saída dos pastores debaixo da benção. Onde ele ensinava:
Quase todos os crentes já viram esse filme e muitos de nós já passamos por isso: um pastor que deixa sua igreja em circunstâncias não tão satisfatórias. Mesmo que certamente não seja do jeito que Deus queira, permanece o fato de que muitos pastores são forçados a deixar a igreja a que servem sob fogo cerrado. E mesmo que seja impossível evitar totalmente essas realidades infelizes, existem alguns princípios que, uma vez aplicados, podem ajudar a tornar a transição mais fácil para os dois lados – tanto o pastor quanto as igrejas. Então, se você se encontra na situação de ter que deixar, ou mesmo de querer deixar sua igreja, se surgir a oportunidade, aqui estão alguns detalhes a considerar.

1. Reconheça que a igreja ainda pertence a Deus e só ele pode fazer o que deve ser feito.
Você não precisa consertar tudo antes de sair. Como já deve ter percebido, muitas das coisas que forçaram sua saída, se é que a forçaram, são genéricas e já existiam na congregação muito antes de sua chegada. Se você não conseguiu perceber uma mudança entre as pessoas enquanto estava servindo lá, é muito improvável que consiga realizar essas mudanças quando estiver de saída. Existem algumas que você deve consertar antes de sair – mas não é necessário certificar-se de que tudo, e todo mundo, seja consertado. Deus é capaz de fazer isso muito melhor que você; então, deixe para Ele.

2. Perdoe aqueles que erraram com você
Perdoar o tornará livre para completar seus próximos objetivos, enquanto o rancor o faz prisioneiro do passado. Seguir em frente e deixar Deus cuidar daqueles que lhe maltrataram não é só bíblico, mas também muito prático. Depois de deixar uma igreja onde fui maltratado, tomei uma decisão consciente de não guardar rancor nenhum do mal que me foi feito.
A atitude de deixar isso para trás e seguir em frente me permitiu mudar diretamente para mais produtivo e frutífero ministério que conheço. Como é muito fácil levar as coisas para o lado pessoal, principalmente quando sua família está envolvida, devemos sempre nos lembrar de que somos servos do Senhor. Se sofrermos para a glória do seu Reino, então qualquer um que passar o que nós passamos e pregar o que nós pregamos terá o mesmo destino. Isso é um grande consolo.

3- Deixe que suas palavras de despedida reflitam a graça de Deus, e não ressentimento
Quando estamos de saída, é frequentemente tentador dizer coisas que não nos sentíamos à vontade para falar antes. Falar o que está “realmente pensando” quando você estiver de saída só servirá para destruir, sem necessidade, relações que foram construídas ao longo de tanto tempo. Além disso, as pessoas que ficaram ao seu lado nos dias difíceis se sentirão traídas se você agir de uma maneira profana na sua saída. Prove que a fé que elas depositaram em seu caráter e liderança não foi desperdiçada.
Sua esposa e filhos também estarão acompanhando todo este processo, e eles vão se lembrar de como você lidou com tudo. Seja um exemplo da graça de Deus. Afinal, sua melhor vingança é o espírito bom e generoso, conforme Romanos 12.20. ao sair de uma igreja, seja por qualquer motivo, procure dizer coisas positivas e que sejam verdadeiras. Por exemplo, o que Deus lhe ensinou ali? Como Ele o fez crescer naquela comunidade? E quais são as coisas positivas que você leva desta experiência? Lembre-se: uma das coisas mais trágicas no mundo é a dor desperdiçada. Ache algo bom para dizer. A dificuldade é melhor maneira de ver quem você realmente é. Ao sair, esmo que seja machucado, faça uma escolha consciente, para a graça de Deus.

sábado, 19 de julho de 2008

Ser voluntário é ser cristão?



Em pleno ano do voluntariado, mediante uma consulta Bíblica, encontramos no exemplo do Bom Samaritano, prescrito no livro de Evangelho de Lucas 10.25, o início da prática do voluntariado e solidariedade cristã. Jesus Cristo, após ser interrogado por um certo doutor da lei, que desejava colocá-lo em contradição, citou o caso do Samaritano, que não tinha comunhão com os judeus.
“Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e foi assaltado e espancado, sendo abandonada a beira da estrada de maneira inconsciente e meio morto. O primeiro sacerdote a passar no caminho, seguiu-se adiante, sem importar-se com o moribundo, segundo sacerdote procedeu da mesma maneira. Enquanto que um Samaritano aproximou-se e moveu-se de compaixão e misericórdia, cuidando de suas feridas e levando-o para um Hotel, além de ter custeado todas as despesas médicas.
Nos dias que vivemos a credibilidade de algumas entidades filantrópicas foi abalado pelo caso LBV (Legião da Boa Vontade), assim como a prática da misericórdia. Não podemos esmorecer, olhando para o ato lesivo da LBV, antes temos que nos espelhar no exemplo do Bom Samaritano. A verdade vai separar o joio do trigo. Como membros do Corpo de Cristo, não podemos nos omitir de participar do movimento social cristão que realmente ajudam os menos favorecidos. O cristão riostrense mais especificamente aquele que trabalha e tem uma situação estável, não pode se omitir de ajudar, o próximo. A famosa frase do presidente dos EUA J. Kennedy “Não pergunte o que seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelos seus país”, nunca foi tão importante.
Ou como diria o Senhor Jesus: “Faze isto, e viverás aquele que pratica a misericórdia e o voluntariado vive melhor.
As igrejas cristãs tem participação fundamental nesse processo. Elas podem atuar como catalisadoras de toda mão-de-obra, desejosa de ajudar ao próximo, mais que não sabe por onde começar.
Os departamentos de assistência social das igrejas podem estimular o trabalho voluntário através de processos organizados e bem planejados.
Assim como também a sociedade civil organizadas tem disseminado a consciência de cidadania cristã, tais como o trabalho desenvolvido pela APAD, com D. Nilza Curvelo e o grupo Renascer da Terceira Idade de Rio das Ostras, fundada por D. Orcélia Barroso.
Jesus ao final da parábola do Bom Samaritano, determina: Vai, e faze da mesma maneira, ou seja ajuda o teu próximo.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Será que crentes precisam de salvação?


Fui convidado recentemente para pregar em uma igreja da região em culto evangelístico no domingo. Antes de assumir o púlpito, o pastor deu oportunidade para dois presbíteros trazerem uma palavra de perseverança para o rebanho. O que aconteceu para meu espanto, foi uma saraivada de críticas e lamentações em relação a atuação ao pastor que havia assumido a direção apenas a três meses em um momento de grande crise.
Aquela cena causou enorme constrangimento. Quando comecei a pregar, o Espírito Santo me orientou a falar sobre Josué, sucessor de Moisés, para que o novo pastor tivesse bom ânimo e não se deixasse abater pelas críticas. Ao término do culto, uma senhora me procurou e declarou que aqueles irmãos a despeito de serem oficiais da igreja, necessitavam de salvação, pois sempre estavam criando problemas para todos os pastores que dirigiram aquela congregação. E que caso eu continuasse a pregar sobre arrependimento, iria faltar púlpito para as minhas pregações. Naquele momento, declarei para aquela senhora que meu compromisso, não era com o homem, com os oficiais da igreja, mas sim com o Senhor da Igreja: Jesus.
Ao chegar em casa, comecei a meditar: “Será que crente precisa realmente de salvação”, mesmo estando à décadas freqüentando uma igreja, cantando no coral, sendo um obreiro?
Passado alguns dias, estudando a biografia de João Wesley, fundador da Igreja Metodista, descobri que quando Wesley começou a pregar em 1737, as igrejas da Inglaterra fecharam as portas para ele. Então ele passou a pregar nas ruas das cidades onde ia. Isso ocorreu inclusive em Epworth, onde o pai dele fora pastor, e onde ele pregou em pé no do túmulo de seu pai. E a razão de as portas se fecharem para ele foi o falto de Wesley haver afirmado:
“Não basta saber que nosso nome está no rol da igreja ou que fomos batizados ao nascer. Não nos basta saber que fomos doutrinados ou que entramos para uma igreja, ainda que depois de adultos”.
Ele afirmava incisivamente que todo crente precisava ter no coração o testemunho do Espírito de que era nascido de Deus.
A princípio, ele ficou magoado por não permitirem que pregasse nas igrejas. Mas depois percebeu que esse era o meio que Deus estava usando para que ele realmente falasse ao povo. A partir daí passou a usar a seguinte estratégia. Sempre que pretendia pregar em uma cidade, mandava alguém avisar os ministros das igrejas anglicanas do lugar. Esse mensageiro chegava a uma cidade e dizia:
-Wesley virá pregar aqui.
E perguntava aos líderes da igreja se ele poderia utilizar o seu púlpito para pregar o evangelho à gente do lugar. A resposta era sempre negativa. Aliás, a liderança da igreja sempre dizia a seus fiéis.
-Não vão assistir às pregações de Wesley.
E naturalmente o resultado desse tipo de publicidade era que multidões iam ouvir João Wesley.
Conheço bem o poder de uma ordem negativa. Quando era garoto e morava no norte de Minnesota, minha mãe certo dia saiu de casa, deixando-me a tomar conta de meu irmão menor. E pouco antes de sair, ela disse:
-Crianças, tenham muito cuidado, e por favor não vão enfiar o algodão no nariz.
As mães já sabem como os meninos são irrequietos. Não verdade eles são especialistas em fazer o que não devem. Estão sempre predispostos a tentar fazer tudo o que é duvidoso, principalmente se a mãe lhes diz para não o fazerem.
O que sucedera é que alguns dias antes uma senhora da vizinhança tivera de chamar o médico para remover algodão da narina de seu filhinho. Por isso, antes de sair, minha mãe recomendou com muita firmeza que não procurássemos fazer o que o garoto da vizinha fizera. Para dizer a verdade, nós nem havíamos pensado naquilo. Mas agora não víamos a hora de ela sair, pois achávamos que devia ser maravilhoso enfiar o algodão no nariz.
Então (todo mundo já sabe o que aconteceu), ela teve que chamar o médico para remover algodão de nosso nariz.
E foi assim que Deus levou multidões para ouvir as pregações de Wesley. Sabe-se que em alguns lugares havia mil pessoas nos cultos. Os próprios ministros anglicanos, inconscientemente, despertava no povo o interesse de ouvi-lo.
E o que Wesley pregava? Ninguém pode se considerar Filho de Deus enquanto o Espírito não testificar em seu coração que ele nasceu de novo!
E o que é nascer de novo? Uma sensação? Um sentimento? Não! Quando alguém indagava isso a Wesley, ele citava um texto de Jô: “Na verdade, há um espírito do homem, e o sopro do Todo-Poderoso o faz entendido” (Jo 32.8). E apresentava ainda outro verso: “Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão seu próprio espírito que nele está?” (I Co 2.11).
O espírito é o aspecto de nosso ser pelo qual sabemos que estamos e não em outro lugar; sabemos que somos casados, e não solteiros, ou solteiros, e não casados. É o aspecto pelo qual temos consciência de que somos homem, e não mulher; ou mulher, e não homem. E é também a parte à qual Deus se une quando nascemos de novo, a parte pela qual Deus nos revela, e somente a nós, que vivificou nosso coração, tornando-nos uma nova criatura. Aí então temos consciência desse fato. Isso é o testemunho do espírito.
Certa vez em uma reunião da Missão InterVarsity, falei sobre esse assunto a um grupo de ex-estudantes universitários no estado de Michigan. Quando terminei, uma senhora de nome Harriet Marsh, que pertencia à diretoria do grupo em Nova yorque, foi chamada a dar um testemunho. E disse o seguinte:
“Muitos dos que se acham presentes aqui sabem que meus pais não eram crentes. Mas talvez não saibam que meu pai era ateu e minha mãe, agnóstica, o que equivale dizer que era atéia também. Antes de entrar para a faculdade, só tinha ido à igreja duas vezes: a um casamento e um culto fúnebre. Mas na faculdade onde eu estudava havia uma jovem de rosto radiante e personalidade bastante atraente. Indaguei de uma das colegas a seu respeito, e me disseram que ela era crente.
“Mais tarde, fiquei sabendo que sua colega de quarto iria sair em janeiro, e pedi à pessoa responsável pela distribuição dos quartos no dormitório – que era conhecida de meus pais – que, depois de janeiro, me colocasse no mesmo quarto daquela jovem. E permitiram. Eu passava bem pouco tempo em companhia da moça. Mas nas poucas vezes em que conversei com ela e ouvi-a orar, comecei a experimenta uma grande fome espiritual interior. Então abri o coração para Cristo. Passei a freqüentar reuniões de oração e estudos bíblicos. Era uma vida inteiramente nova para mim.
“Um dos professores da faculdade, também ateu, era conhecido de meu pai. De vez em quando esse homem me chamava para almoçar fora. E sempre que conversávamos, dizia:
“-Você precisa largar essas idéias ridículas. Está se envolvendo com superstições religiosas.
“E todas as vezes que me viam, ele insistia no assunto.”
“-Você é uma moça tão inteligente; está esperdiçando seu tempo esse negócio.”
“Afinal, entreguei os pontos. E certo dia disse à minha colega de quarto e aos amigos do grupo de estudo bíblico.
“-Vocês são muito legais. Gosto da companhia de vocês, mas sinto que estou enganada. Não sou crente. Tive apenas uma experiência mental e emocional por causa do calor humano e da compreensão de todos. Vou largar o grupo de hoje, e quero continuar a amizade, mas por favor não me falem mais sobre a Bíblia e nem de Jesus.”
E Harriet contou que seus amigos ficaram muito tristes, é claro, mas não concordaram em não conversar com ela sobre a Bíblia nem sobre Jesus. Entretanto ela esquecera de pedir: “não orem por mim”.
Passou-se algum tempo, e um dia, quando se encontrava na biblioteca da faculdade, de repente, ela começou a fazer a oração que muitos agnósticos fazem:
“Ó Deus, se é que tu existes, salva minha alma, se é que tenho alma!”
Horas depois, quando estava de volta em seu quarto, ela se lembrou de que a colega costumava ajoelhar-se para orar.
-Vou fazer só mais isso, disse consigo mesma.
Então trancou a porta do quarto e ajoelhou-se, e repetiu a mesma oração. Mas em seguida continuou a orar silenciosamente e em dado momento proferiu as palavras: “Pai celeste,...” Imediatamente percebeu o que havia dito, e começou a rir e chorar ao mesmo tempo. Abriu a porta e saiu correndo pelo corredor em direção à sala onde seus amigos estavam realizando um estudo bíblico, e gritou-lhes:
-É verdade, é verdade! Tudo isso é verdade!
Agora Harriet sabia que nascera na família de Deus.
Vejamos novamente o texto com que iniciamos este capítulo. “E, porque vós sois filhos, enviou Deus aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai”
Percebeu o que ele diz aí? Aí ele define “fé”, “novo nascimento”, e “testemunho do Espírito”. Esse é o caminho que todos temos de seguir. Se alguém percorreu um caminho diferente, esse é o momento de corrigir o curso.
Agora quero fazer algumas observações muito sérias acerca do testemunho do Espírito.
O apóstolo João disse o seguinte: “E aquela que guarda os seus mandamento permanece em Deus, e Deus nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu” (I Co 3.24).
Vou repetir algo que já disse convictamente: Deus Espírito Santo é a única pessoa que tem o direito de nos garantir que nascemos do alto.
Às vezes encontramos pessoas que dizem:
-Ah, eu tenho esperança de ir para o céu quando morrer.
Ou então:
-Eu já fiz uma oração aceitando Jesus, e não senti nada.
Nós não podemos em hipótese alguma dar a esses indivíduos a certeza de que são salvos. Já basta que não tenham certeza da salvação; isso é suficiente para que se sintam inseguros. Se ainda por cima tentarmos dar-lhes uma falsa esperança estaremos a prestar-lhe um desserviço.
Os círculos evangélicos estão cheios de gente ativamente empenhada em ocupações de natureza religiosa, achando que dessa maneira vão obter a salvação. Mas infelizmente tais pessoas não gozam de paz com Deus no coração. Não nos cabe consola-las nem tentar afagar-lhes o ego. Pelo contrário; temos de estimula-las a buscar a Cristo como Senhor e Salvador.
O Senhor Jesus de fato prometeu conforto e segurança, mas não a pecadores. Disse ele que “outro consolador” viria para seus discípulos, para aqueles que estariam como que orfanados depois que ele deixasse a terra e voltasse para o Pai.
O pecador não tem absolutamente nenhum conhecimento do que seja isso. Mas assim que alguém tem consciência de que crê no Senhor Jesus Cristo, assim que tem a certeza – transmitida ao seu espírito pelo Espírito Santo – de que já nasceu de novo, aí ele sabe, sem a menor sombra de dúvida, que se acha seguro nele. E aí também o Senhor faz tudo o que é necessário para protege-lo e mante-lo nessa nova vida.
Pela maravilhosa obra da redenção, Deus nos sela com o testemunho do seu Espírito. Ele nos transportou na morte para a vida. E a maneira como sabemos que ele está em nós é esta: “pelo Espírito que nos Deus”.
Sabia que o Evangelho de João foi escrito “para que nós tenhamos vida eterna”? E que a primeira epístola de João foi escrita “para que saibamos que temos a vida eterna”? O filho de Deus, , o crente sincero, deve conhecer bem esses importantes textos das Escrituras.
Em 1João 5.6, lemos o seguinte: “Este é aquele que veio por meio de água e sangue, Jesus Cristo; não somente com água, mas com água e com o sangue. E o Espírito é o que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade”.
Recentemente, um aluno da faculdade teológica batista do estado de Nova Iorque contou-me que um dos professores da instituição disse o seguinte aos alunos:
-Lembrem-se de que quando estiverem levando uma pessoa a Jesus Cristo, têm de deixar o Espírito Santo dizer a ela que ela já nasceu de novo.
Graças a Deus, que esses fatos que estou apresentando aqui não foram “descoberta” minha, nem são uma “novidade” que estou tentando “impingir” aos evangélicos. Não; a igreja vem crendo nisso desde o princípio. O Espírito Santo é o espírito de adoção. É o único que possui autoridade para dizer a um ser humano que ele passou da morte para a vida, que foi transportado das trevas para a luz, que já nasceu na família de Deus, que pode chamar o Deus todo-poderoso de “Aba, Pai”.
Quando eu estudava na Escola Bíblica, tínhamos d dar um relatório semanal sobre quantas almas havíamos ganhado para Cristo durante a semana. E depois de algum tempo, alguns alunos, eu inclusive, ficaram meio chateados de não poder dar um bom relatório. Então certo dia, saí para o trabalho de evangelismo com um colega que iria me ensinar-me como se fazia a coisa. Íamos para um ponto de ônibus para conversar com as pessoas que ali estavam esperando a condução. Dirigíamo-nos a uma delas e perguntávamos:
-Se você morresse hoje, iria para o céu ou para o inferno?
-Não sei, respondia ela na maioria dos casos.
-E gostaria de saber?
-Claro.
Então diríamos.
-Bem, é um presente gratuito de Deus. Basta que aceite Jesus Cristo...
-O que você quer dizer com “presente gratuito”?
Então pegávamos uma moeda e a estendíamos para aquele indivíduo, dizendo:
-Tome! Da mesma forma como você pegou essa moeda, pode receber Jesus Cristo.
-Ah, bom. Então está bem!
E em seguida diríamos:
-Agora repita comigo uma oração...
A partir daí, todas as segundas-feiras, no culto dos alunos, podíamos dar um relatório bom, mencionando quantas pessoas nós havíamos ganhado para o Senhor. É claro que na verdade devíamos relatar era quantas moedas havíamos distribuído. Mas não queríamos que descobrissem o que estávamos fazendo.
Enquanto não tivermos uma experiência com o Espírito de Deus, não gozaremos paz, nem receberemos orientação do alto, pois o espírito humano está morto para as coisas de Deus. Nós só nascemos do Espírito se o Espírito testificar com nosso espírito se nascemos de Deus. É só assim que o crente recebe a vida de Deus – embora talvez nem esteja consciente do processo, e até nem saiba que o Espírito Santo existe. (Ver também Romanos 8.16,17; 1 João 5.6).
Precisamos reconhecer que há duas maneiras de se cometer heresia. A primeira é pregar uma mensagem antibíblica. De modo geral, todo mundo está bem preparado para detectar esse tipo de erro. A segunda maneira é utilizar um método de trabalho errado. E essa é a mais perigosa e mais sutil.
Em muitos casos, pregamos uma mensagem perfeitamente ortodoxa, mas o método utilizado contém muitos erros. Mas precisamos ser corretos tanto no método quando na mensagem.
Certa vez, alguém me fez a seguinte pergunta:
-O que o Senhor modificou em relação ao método que usava antes?
Hoje em dia preocupo-me mais em demonstrar o quanto Deus é santo e em convencer ou ouvintes, com base na Bíblia, do quando são pecadores. Em seguida, aponto-lhe o que Deus, em sua graça e amor, fez por nós, e como temos de corresponder ao que ele fez. E por fim digo:
-Quando você fizer o que a Palavra de Deus ordena. Experimentará o novo nascimento. Depois que nascer de novo, terá o testemunho do Espírito. E assim que tiver conhecimento de que passou da morte para a vida, venha dizer-me, está bem?
O fato é que não podemos dizer a ninguém que ele nasceu de novo. É que a pessoa pode enganar-nos, levando-nos a crer que nasceu, quando se fato isso não se deu. Mas o Espírito de Deus é a Verdade. Ele sabe quando alguém passou da morte para a vida. E a pessoa sente isso no coração.
Mas alguém pode indagar:
-Isso não seria uma experiência emocional?
Não. É conhecimento. O aspecto de nosso ser pelo qual sabemos que esta aqui e não lá na esquina, é o mesmo pelo qual sabemos se somos ou não nascidos de Deus.
Se eu perguntasse a um homem: “Você é casado?” e ele estivesse de olhar se estava de aliança na mão esquerda, ou de procurar um documento que contivesse essa informação para verificar qual o seu estado civil, eu diria que ele tinha algum problema.
Se você não tem certeza se nasceu de Deus ou não, está com algum problema espiritual. É de extrema importância que esclareçamos essa situação imediatamente. Recomendo que você não descanse enquanto não tiver resolvido a questão, e não saiba com certeza qual é a sua condição espiritual.
Vejamos agora o texto de Romanos 15.13. Pode parecer que estou dando ao leitor um “exercício” bíblico. Mas considero de grande valor que leiamos a passagem mencionada. Ela deve estar sublinhada em sua Bíblia para indicar que você já “esteve” nesse lugar, que visitou essa “casa”. “E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo.”
Uma das gloriosas bênçãos resultantes no novo nascimento é que temos “gozo e paz no nosso crer”. Temos o testemunho do Espírito. Esse testemunho em si não é gozo nem paz; é conhecimento. E saber mesmo é ter uma certeza firme que não se abala com nada.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Sermões Diet


Li recentemente a Biografia de João Wesley e a História das Assembléias de Deus no Brasil. O que esses livros tem em comum, poderia o leitor perguntar?
Muito simples, Wesley como grande avivalista na Inglaterra e fundador do Movimento Metodista, pregava o arrependimento de pecados, assim como os fundadores do maior movimento pentecostal no Brasil, os suecos Daniel Berg e Gunnar Vingrem.
Assistindo os televangelistas ou ouvindo os pregadores modernos nos púlpitos de nossas igrejas, percebemos que eles possuem uma grande dívida com os patriarcas da Igreja Evangélica, que elevaram o sermão a um lugar de honra:
As Igrejas oficiais atrelados ao Estado, tais como Anglicano e Luterana, rebaixaram os sermões a eventos trimestrais, e os católicos os rebaixaram junto com os neopentecostais, à sermões diet que agradam ao corpo e não provocam o sentimento de pecado na alma.
No início do pentecostalismo em 1911, os pregadores podiam ser presos, após pregarem com ousadia movidos pelo Espírito Santo. A palavra de Ordem era: "Arrependei-vos".
Hoje, o que se escuta é apenas o triunfalismo. A Teologia da Prosperidade, O Culto da Vitória, do Descarrego etc.
Curiosamente, os sermões representativos no final do século 20 tem a metade do tamanho dos pioneiros dos séculos anteriores. São verdadeiras água com açúcar em doses homeopáticas. Certa vez, conversando com um pregador da mídia, ele me revelou, que para um evangelista alcançar sucesso, ele tem que falar o que o povo deseja ouvir, ou seja, apenas vitórias e bênçãos materiais.
Pregadores famosos nos tempos modernos, enfatizam a idéia do sucesso na saúde e na prosperidade financeira. Tal como nunca ocorreu entre os apóstolos e os missionários que deram suas vidas pregando o evangelho da cruz. Hoje ouvimos mais sermões sobre o diabo, do que sobre o sacrifício de Cristo no Calvário. Que possamos voltar a pregar sermões de Arrependimento, mesmo que seja no deserto, somente assim chegaremos em Canaã.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Servos ou Senhores


De tempos em tempos surgem movimentos no seio da Igreja cristã visando confundir os eleitos e afasta-los da verdadeira doutrina. O diabo inimigo de nossas almas e da Igreja de Cristo, após ter induzido os reis e imperadores a tentar destruir o evangelho, matando os cristãos na arena do Coliseu, jogando-os as feras, queimando-os vivos, crucificando-os ou com outra martírios, não conseguiu seu intento, pois mediante o derramar do sangue de um justo, o Senhor acrescentava dia-após-dia milhares ao seu exército. Não satisfeito com suas artimanhas, o inimigo resolveu destruir a Palavra viva para que não se propagasse no coração do povo aflito e carente. Para tanto, milhares de Bíblias foram queimadas em praças públicas a começar na Alemanha no período da Reforma Protestante diante da iniciativa do monge agostiniano Martinho Lutero em traduzir as Escrituras Sagradas para o idioma alemão, dando acesso a população pobre ao tesouro incomparável. Como nada pode deter o crescimento e avanço da Igreja de Cristo sobre a Terra, mais uma vez o diabo foi a derrotado, e milhões de bíblias foram impressas e distribuídas no mundo revelando o plano de salvação para a Humanidade. Contudo, o inimigo que não dorme, arquitetou um plano maligno. Já que ele não conseguiu matar todos os cristãos e faze-los renegar sua fé no Senhor Cristo; já que ele não conseguiu deter a propagação do Evangelho através da distribuição de Bíblias no mundo sedento da Palavra. O inimigo resolveu dividir e subdividir a Igreja de Cristo através do veneno das heresias e falsas religiões com movimentos temporais que surgem mediante a interpretação errônea das Escrituras por Falsos profetas. Um desses movimentos que se espalham na seara do mestre, a casa século e que tem causado um verdadeiro estrago, é o movimento dos Super Crentes ou confissão positiva conhecida popularmente como a “Teologia da Prosperidade”, cuja corrente doutrinária ensina que qualquer sofrimento do cristão indica falta de fé.
Assim a marca do cristão cheio de fé e bem sucedido é a plena saúde física, emocional e espiritual, além da prosperidade material. Pobreza e doença são resultados visíveis do fracasso do cristão que vive em pecado ou possui fé insuficiente.
A Teologia da Prosperidade prega que Jesus foi milionário, que o cristão não precisa consultar médicos e tomar remédios e invertem as posições se servo e Senhor. Segundo o movimento da fé, a soberania de Deus é limitada pela vontade humana. De fato, a pobreza espiritual hoje é galopante na casa de Deus. A fome força os crentes a procurar algo para satisfazer suas necessidades básicas. As Igrejas, mega-templos, catedrais da Prosperidade estão sendo invadidas pelo adultério praticado nos púlpitos, obreiros estão se divorciando, o heavi metal “evangélico” está conquistando a nossa geração. O sexo livre é praticado entre os jovens crentes após o culto e as drogas consumidas, tentam preencher o vazio de suas almas.
O Evangelho de arrependimento não é mais pregado. Foi massificado, enlatado, e vendido em supermercadorias da fé, filias ou franquias de verdadeiras redes onde o céu pode ser alcançado mediante uma pequena oferta.
A pregação tornou-se diet, de acordo com os novos tempos e os desejos de consumo dos evangélicos emergentes.
Não existem mais profetas apontando como Natan: “Você é o homem!”
Tudo tornou-se normal. A igreja de Cristo, lugar de arrependimento e confissão de pecados, foi transformada no decorrer dos séculos em um clube social, onde todos se conhecem e gostam de cantar o sucesso do momento, que toca nas emissoras exaustivamente.
A alguns anos passados, ao visitar uma Igreja da Região dos Lagos, no início do meu ministério, presenciei uma cena hilária: o pastor da congregação deu oportunidade a um velho presbítero para ser o mensageiro da noite. No começo, pensei que seria um culto abençoado, com testemunho de vida edificada na presença do Senhor. Para minha surpresa e decepção, o ancião colocou as mãos nos bolsos da calça e começou a desfilar no púlpito, contando histórias de pescadores, misturadas com a do profeta Jonas. Como o povo ria de soluçar, o pastor de maneira enérgica retomou a direção do culto e advertiu aquele irmão neófito, para que na próxima oportunidade falasse apenas de Jesus. Depois de cerca de 10 anos, fui convidado a pregar naquela Igreja sexagenária e o que encontrei foi uma igreja moribunda, reduzida a um punhado de membros.
Faltava alimento para aquele povo. Na verdade os sermões pregados naquele púlpito, eram divertidos, porém, nunca de arrependimento. O povo não dobrava o joelho e se derramava em lágrimas após a mensagem. Eles estavam com fome da Palavra de Deus.
Em tempos de avivamento, as pessoas não queriam visitar as igrejas pentecostais, pois temiam receber o martelo de Deus sobre os seus pecados. Suas consciências seriam queimadas pela ação do Espírito Santo. Hoje, acontece o contrário, como as Igrejas foram transformadas em casas de Shows, onde toda parafernália eletrônica quer convencer o homem do pecado, tornaram-se o lugar mais conveniente para as pessoas se esconderem dos olhos inflamados de um Deus Santo. Sabem porque? Deus não habita em uma igreja morta, onde seus pregadores mais parecem carregadores de caixão que apóstolos de vida.
Em suas contestações, alguns pastores vão afirmar que suas igrejas estão completamente lotadas.
Que seu rebanho é fervoroso. O ministério de louvar é avivado. Porém, lhes digo, que nem todas catedrais mesmo repletas são necessariamente cheias de vida.
Nós somos o que comemos. Se porventura nosso alimento é palha seca, comida requentada ou até mesmo estragada, a conseqüência inevitável será a fome, seguida de morte.
A Igreja de Cristo necessita comer da carne do filho do homem e beber de seu sangue, para que tenha vida. Ainda bem, que existem os remanescentes que não dobraram os joelhos diante de Baal e clamam pelo maná do céu.
Graças a misericórdia do Senhor, no meio de uma geração de pastores mercenários que comem a gordura de suas ovelhas, um santo sacerdócio levítico está sendo levantado para servir o rebanho com o pão dos anjos (Sl 78.25), assim como o maná, para os israelitas no deserto. Quanto ao sucesso do Programa governamental Fome Zero, não podemos afirmar se sortirar efeito. Mas com relação as promessas de Deus a sua Igreja, nisto temos certeza e nos alegramos. Pois como declarou o profeta Habacuque: “Ainda que a Figueira não floresça, nem haja fruto na vide, o produto da oliveira falte, os campos não produzam alimento, as ovelhas sejam roubadas do aprisco e nos currais não existam gado, todavia eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação. Pois o Senhor Deus é a minha fortaleza...”

terça-feira, 15 de julho de 2008

Simplicidade exagerada


Há pessoas simples demais. Não vêem o mal em nada e em ninguém. Acham que todos são sinceros e falam a verdade. Não põem maldade em coisa alguma.
São como Davi, que atendeu o pedido de Amnon e deixou Tamar ir à casa dele para preparar-lhe uma alimentação especial, já que Amnon se dizia doente. Na verdade, o que o rapaz pretendia era ficar a sós com a meia-irmã e fazer sexo com ela.
São como Tamar, que atendeu o pedido de Amnon e fez sair da sala todos os empregados, e entrou no quarto de Amnon para dar-lhe de comer na boca e, então, foi humilhada e violentada.
São, outra vez, como Davi, que deixou Amnon e os demais filhos aceitarem o convite de Absalão para comerem e beberem em seu sítio. Na verdade o que o filho mais velho do rei pretendia era assassinar a Amnom, que não hesitou em participar desse banquete no sítio de Absalão, o que lhe custou a vida.
Todas estas histórias de simplicidade exagerada estão no 13º capítulo do segundo livro de Samuel.
Deixar de ser demasiadamente simples não significa ser demasiadamente maldoso. Há pessoas maldosas demais. Não confiam em ninguém. Sempre acham que há alguma coisa estendida atrás de qualquer amabilidade. Exageram quanto ao poder do mal e ao acreditam a virtude, no bom interno nem na boa obra de alguém. Consideram seus semelhantes como concorrentes, opositores e inimigos. Vivem medrosos, prevenidos, defensivos, armados e tensos.
Jesus tem uma palavra que pode livrá-lo de ambos os extremos. “Sejam prudentes como as serpentes e simples como as pombas” (Mt 10.16). Deus o abençoe!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Sonhos de Janeiro


Enquanto o povo católico carioca comemorava a morte do padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, São Sebastião no dia 20 de janeiro, após ser fechado pelos índios Tamoios, no morro da Urca, aonde se ergue hoje um dos pontos turísticos mais famosos do Brasil, o Pão de Açúcar, do outro lado do oceano na América do Norte, também é feriado Nacional desde janeiro de 1986, pois nesse da em 1986, pois nesse dia em 1929, nasceu o famoso líder negro, o Pastor batista Martin Luther King, defensor dos direitos civis dos negros norte-americanos. Até hoje, somente outros dois heróis americanos receberam esta homenagem: os presidentes George Washington, pai da nação e Abraham Lincols, que concedeu a liberdade aos escravos.
Martin Luther King, recebeu a consagração internacional, quando em 1964 foi escolhido para o Prêmio Nobel da Paz. Jovem pastor negro da Igreja Batata Ebenezer Atlanta-Georgia, onde realizou recentemente as olimpíadas, desde 1955 vinha lutando pela igualdade dos direitos civis para os negros.
King propunha uma política de combate a discriminação racial sem uso da violência, até Ter sua vida ceifada em 1968, ano de seu assassinato por James Earl Ray, condenado a 99 anos de prisão.
O sangue de um justo foi derramado para que seus irmãos pudessem usufruir de liberdade civil. Assim como Martinho Lutero, o grande reformador com suas 95 teses baseadas na imutável palavra de Deus, foi considerado um extremista e perturbador da ordem da Igreja, Luther King tornou-se um contestados das leis do Estado, por acreditar na “Lei Maior” que emana das escrituras sagradas, aonde afirma: que todos são iguais perante à Deus. Não existe mais servo e senhor, gregos e judeus...
Assim como o Mestre Jesus, ele foi preso, foi insultado e apedrejado por uma multidão em Chicago e ao mesmo tempo odiado pelos líderes religiosos da época, pois sempre houve os caífas na história da Igreja.
Quando suas ovelhas, preocupadas com sua integridade física lhe aconselhavam se armar com um revolver, recusou dizendo: Sou um ministro do Evangelho. Minha arma é a Bíblia. Sou um pregador da não-violencia. Não tenho direito de portar armas. E depois, o que vale não é quanto se vive, mas, como se vive.”
Ainda que a Igreja esteja separada do Estado, muitos são os ministros que preferem a nadar de mão dadas com os detentores do poder temporal, mesmo que eles promulguem leis imorais. Martin Luther King, quando criticado pela sua desobediência civil, declarava: “Não há nada de errado numa lei de transito que anda parar quando o sinal está vermelho. Mas quando há um incêndio, o carro dos bombeiros avança o sinal vermelho e o transito normal se afasta ou pára a fim de deixa-lo passar. Ou quando uma pessoa está a beira da morte, a ambulância avança todos os sinais vermelhos em alta velocidade”.
Na oração fúnebre, no dia 9 de abril de 1968 em Atlanta, o Dr. Benjamim Mays, presidente emérito da Faculdade Morehouse americanos da segregação racial através da pregação da palavra. Se Amós e Miqueias foram profetas no século VIII A.C., Martin Luther King foi um profeta no século XX. Se, na sua época, Isaías foi escolhido por Deus para profetizar. Se há séculos passados, Oséias foi enviado para pregar o amor e o perdão no terceiro quarto do século vinte. Jesus foi chamado para pregar o evangelho aos pobres, Martin foi chamado para dar dignidade ao homem comum. Se um profeta é uma pessoa que interpreta, em língua clara a vontade de Deus, Martin Luther King enquadra-se nesta designação. Se um profeta é aquele que não procura advogar causa spopulares, mas de preferencia causas que consideram justas, Martin Luther classificava-se nesse grupo. Ele teve um sonho, que tornou realidade, assim como todo o crente sonha em morar na nova Jerusalém com o Senhor Jesus. Mas para este sonho tornar-se realidade, temos que fazer a nossa parte. Cada homem deve responder ao chamado de Deus durante sua vida. Jesus teve de responder ao chamado de Deus no século I, A.C, e não no século vinte. Ele só tinha uma vida para viver. Qual será o teu chamado?

domingo, 13 de julho de 2008

Sou crente! Sou chique!


Em nossa última reunião do Conselho de Pastores de Rio das Ostras realizada no templo da Igreja Batista Renovada no bairro Cidade Beira Mar, onde estiveram presentes cerca de 54 obreiros de diversas placas denominacionais. A rua da igreja que termina em frente ao Hotel Vilarejo, o único 5 estrelas da cidade, estava repleta de carros. Ao que uma senhora de cabelos brancos, esposa de um pastor, declarou em tom solene: Ser crente, virou moda. Ser crente, tornou-se chique.
Mas nem sempre foi assim. Houve uma época, não muito distante, em que ser evangélico e principalmente pentecostal era sinônimo de “gente ignorante”, para dizer o mínimo. Não faz muito tempo, evangélicos brasileiros só frisam mais do que uma simples classe elitista.
Hoje a Igreja Evangélica Brasileira é uma realidade grandiosa e espetacular são milhões de brasileiros que adoram ao Senhor Jesus em milhares de templos espalhados do Oiapoque ao Chui.
Antes, ser crente, era coisa de pobre e analfabeto, morador da periferia dos grandes centros urbanos ou da zona rural.
Na década de 80 do século XX, a Igreja Evangélica chegou a classe média e não parou de crescer mais.
Hoje, fazem parte da família de Deus, desde o pedreiro até o engenheiro, do faxineiro do tribunal de Justiça até o desembargador. São pessoa dos mais diferentes caminhos da vida e dos mais diversos setores da sociedade. Diariamente, o Senhor Jesus acrescenta milhares ao seu exército, mais que vencedor. Com conversões genuínas e verdadeiras, algumas famosas de artistas, políticos, desportivas, intelectuais e empresários que declara com satisfação: “Agora sou crente?”
A explosão pentecostal no Brasil, foi monitorada pela Imprensa especializada em economia desde 1991. Ao escrever sobre o crescimento dos evangélicos brasileiros, a revista informou que o futuro da economia no país passa pela “Revolução silenciosa” que esse crescimento está cansando nas grandes cidades brasileiras, e que, inclusive tem amenizado o aumento da violência nos morros e favelas de grane concentração urbana, pois geralmente onde o Estado não chega. Ali está instalada uma igreja evangélica.
Contudo, ainda não fazemos a real diferença, pregada pela Bíblia de ser sal na Terra. O nosso crescimento precisa estar acompanhado de responsabilidade e testemunha para que a Nação veja a luz de Cristo,e assim como foi na Igreja Primitiva, possamos cair na graça de todo o povo.

sábado, 12 de julho de 2008

Tô nem aí, tô nem aí...


Tô nem aí, composição da cantor Luka – parada de sucesso durante meses a fio e hit do último verão -, reflete o espírito de uma época. Diz o refrão: “Tô nem aí, tô nem aí / Pode ficar com seu mundinho e não tô nem aí / tô nem aí, tô nem aí / Não vem falar dos seus problemas, que eu não vou ouvir”. A mensagem da música é que ninguém está preocupado com os outros, nem mesmo com a vida. “Já nem lembro seu nome, seu telefone eu fiz questão de apagar”, diz outro trecho. A sugestão é clara” você precisa se reiventar, virar a página e estar “noutra”.
O sociólogo Max Weber, muito lido e discutido nos meios acadêmicos, ensina que a religião pode se manifestar de dois modos – ascético e místico. No modo ascético, o fiel se vê com instrumento de Deus, adotando uma postura ativa na qual aprende a se dominar, controlar seus impulsos e quer controlar o mundo (ascese no mundo) para servir a Deus. É um comportamento que tende para a transcedência e personalização do divino, muitas vezes como repressor; é fruto do esforço; tem enfoque ético, exigindo dentro do mundo uma transformação dos fiéis em termos de conduta moral.
Já no modo místico, a busca é pelo desenvolvimento de uma postura contemplativa em que o fiel se vê como um receptáculo do divino. Aqui, o desenvolvimento é de uma ascese para fora do mundo, tendendo para a imanência e despersonalização do divino, constituindo experiência para os iniciados. Neste caso, a vida não tem qualquer abordagem ética – o que importa é a contemplação e a vida mística. Portanto, a religião mística não afeta a conduta da maioria dos fiéis no cotidiano.
Olhando a análise destes dois tipos de religiosidade, creio que precisamos das duas abordagens em equilíbrio. É preciso buscar a santificação, mas também é preciso continuar a viver no mundo. É necessário aspirar à vida ética; mas também à contemplativa.
Um dos dilemas é que muita gente está tão preocupada com a sua espiritualidade interior que se esquece dos compromisso éticos e sociais, de modo a nem se importar como anda sua conduta. Há crentes adulterando, flertando com a promiscuidade, com as drogas, e, como diz a música da Luka, não tão nem aí. Pouco se importam com a santidade, com as disciplinas espirituais, com a transformação do caráter. O que vale mesmo é a curtição mística para implementar a alma. O resto é meramente resto.
Não é possível encarnar Cristo em nossa vida, ser sal da terra e luz do mundo – como nos recomenda a Palavra -, somente com a contemplação e sem a santidade ética. Uma coisa não bate com a outra. Você iria a uma consulta para emagrecimento com um médico que pesa 120 quilos? É a mesma coisa que cantar: “Tô nem aí com a vida, com a ética / O que importa mesmo é o que estou sentindo, o que meu coração tá falando”. Isso virou moda.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Depressão.


Há algumas semanas, a revista ÉPOCA (nº 511) fez uma matéria de capa sobre o tema da "tristeza".A reportagem me chamou a atenção, entre outros pontos, devido à uma lista de personalidades que sofreram de depressão:BEETHOVEN - um dos maiores gênios da música, era atormentado pela depressão.NIETZSCHE - filósofo ateu declarado, o qual "decretou" a morte de Deus, vivia depressivo e tinha pensamentos suicidas. Com apenas 40 anos foi internado com crises de loucura, que permaneceram até o fim de seus dias (ele não conhecia a "paz" que só Jesus pode dar...).VAN GOGH - pintor que sofreu de depressão durante toda a vida, por fim, matando-se com um tiro no peito.SANTOS DUMONT - "pai" da aviação, que também sofria de depressão profunda. Também cometeu suicídio.FERNANDO PESSOA - escritor português que escreveu obras tristes e melancólicas, como reflexo de sua própria vida. Morreu de complicações no fígado, em virtude de entregar-se à bebida.JANIS JOPLIN - cantora americana, sofria de depressão desde a adolescência. Bebia muito e morreu por overdose de heroína.ELIS REGINA - considerada a maior intérprete da música brasileira, também sofria de momentos de depressão. Morreu de overdose de álcool e cocaína.DepressãoSegundo a Organização Mundial de Saúde, a depressão estará entre as doenças que mais vão matar nos próximos anos. Alguns dizem que ela ficará na 2ª posição do ranking de doenças fatais.Na Igreja, é também comum encontrarmos pessoas que passam por momentos de depressão. Às vezes pode ser resultado de um trauma recente, ou mesmo de problemas trazidos há vários anos. Essa "tristeza" vai se tornando uma patologia tal que a pessoa já não consegue mais sentir prazer em nada, e a tendência é pensar apenas em suicidar-se.Na Internet existem alguns bons materiais que nos ajudam a entender o tema da depressão:Revista Diálogo UniversitárioCada Dia - Depressão no IdosoPortal Natural - Dr. César Vasconcellos
Como a depressão pode fazer com que você se sinta exausto e desamparado, você desejará e provavelmente necessitará de ajuda de outras pessoas. Entretanto, quem nunca sofreu um distúrbio depressivo pode não compreender completamente seus efeitos.
As pessoas não têm a intenção de magoá-lo [o depressivo], mas poderão dizer e fazer coisas que magoam. É interessante que as pessoas que lhe são mais próximas leiam esta matéria para que possam compreendê-lo melhor e ajudá-lo.
Como Ajudar Alguém com Depressão?
A coisa mais importante que alguém pode fazer por uma pessoa deprimida é ajudá-la a se submeter a um diagnóstico e a um tratamento adequados. É importante encorajá-la a continuar se tratando até que os sintomas desapareçam (após várias semanas), ou a procurar tratamento diferente, se não ocorrer melhora. Às vezes, pode ser necessário marcar uma consulta e acompanha-la até o médico, bem como verificar se ela está tomando a medicação corretamente.
A segunda coisa mais importante é oferecer-lhe apoio emocional. Isto envolve compreensão, paciência e encorajamento. Procure conversar com a pessoa deprimida e escute-a com atenção. Não menospreze os sentimentos expressos, porém chame a atenção para a realidade e ofereça esperança. Referências a suicídio são importantes [e indicam o real desejo de cometê-lo]. Devem sempre ser relatadas ao médico.
Convide a pessoa deprimida para caminhadas, passeios e outras atividades físicas. Insista delicadamente se seu convite for recusado. Encoraje a participação em atividades que anteriormente lhe proporcionavam prazer, como: passatempos, esportes, atividades culturais ou religiosas, porém não a force a assumir rapidamente muita responsabilidade de uma vez. O deprimido necessita de distração e companhia, porém cobrar demais dele pode piorar-lhe a sensação de fracasso.
Não acuse o deprimido de se fingir de doente ou de ser preguiçoso, nem espere que ele melhore de uma hora para outra. Com o tempo e tratamento adequado, a maioria das pessoas com depressão melhora. Tenha isto em mente e procure reafirmar à pessoa deprimida que, com o tempo e ajuda, ela se sentirá melhor.


Fonte: http://www.portalnatural.com.br/mostramateria.asp?codigodamateria=27

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Quem é mais Importante?


Tente responder a estas perguntas:1. Diga o nome das 5 pessoas mais ricas do mundo;2. Diga o nome dos últimos cinco vencedores do prêmio Heisman;3. Diga o nome das últimas cinco "Misses Universo";4. Dê dez nomes de pessoas que ganharam o Prêmio Nobel ou Pulitzer;5. Dê o nome dos últimos 12 ganhadores do Oscar de melhor ator ou atriz.A questão é que a maioria de nós não se lembra das manchetes de ontem. Os nomes perguntados acima não são de pessoas medíocres, mas sim dos melhores em suas áreas. Mas o aplauso morre, prêmios envelhecem, empreendimentos são esquecidos, certificados e diplomas são enterrados com seus donos. Tente novamente com estas perguntas, e veja como se sai:1. Liste alguns professores que o auxiliaram em sua jornada escolar;2. Lembre de três amigos que ajudaram você em momentos difíceis;3. Pense em cinco pessoas que lhe ensinaram alguma coisa valiosa;4. Pense em algumas pessoas que fizeram você se sentir amado e especial;5. Pense em cinco pessoas com quem você gosta de estar;6. Liste seis heróis, cujas histórias tenham inspirado você.Mais fácil, não!?
Moral da história:"As pessoas que realmente fazem diferença em sua vida não são as que têm mais credenciais, dinheiro, prêmios ou posição. São as que mais se importam com você". (Anônimo)"Amar as pessoas é mais importante que liderá-las. Elas não se importam com o quanto você sabe até que saibam o quanto você se importa com elas." John MaxwellNão sei quem é o autor deste texto, mas concordo com cada palavra.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Lenda Oriental


Vejam que bela reflexão podemos fazer desta história:
Conta uma popular lenda do Oriente que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado, e aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoa vive neste lugar?
- Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem? - perguntou por sua vez o ancião.
- Oh, um grupo de egoístas e malvados - replicou o rapaz. Estou satisfeito de haver saído de lá.
A isso o velho acrescentou:
- A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água, e vendo o ancião, perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoa vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta da outra vez:
- Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu:
- Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
- O mesmo encontrará por aqui - respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado às duas conversas, perguntou ao velho:
- Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
Ao que o idoso senhor respondeu:
- Cada um carrega no seu coração o meio em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Mas aquele que encontrou amigos lá, também os encontrara aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.
MORAL DA HISTÓRIA:
Coloque dentro de você a idéia do sucesso.O primeiro requisito essencial a todo homem para encontrar uma vida digna de ser vivida é ter uma atitude mental positiva.

terça-feira, 8 de julho de 2008

“Um santo homem”


“Sucedeu também um dia que, indo Eliseu a Suném, havia li uma mulher rica, a qual o reteve a comer pão; e sucedeu que todas as vezes que passava, ali se dirigia ao seu marido: Eis que tenho observado, que este que passa sempre por nós é um santo homem de Deus. Façamo-lhes pois um pequeno quarto junto ao muro, e ali lhe ponhamos uma cama, e uma mesa, e uma cadeira e um candeeiro: e há de ser que, vindo ele a nós, para li se retirará. Então disse ele: Que se há de fazer pois por ela? E Gesi disse: Ora Ela não tem filho, e seu marido é velho. “II Reis 4:8/10-14
Por que um cristão de verdade deveria ser muito respeitado e admirado? Muitas pessoas se intitulam cristãs, ou são consideradas cristãs pelas outras, só porque estão arrolados a membresia de uma Igreja, ou muitas vezes por andarem de terno e gravata, vestido longo, cabelos compridos e levarem uma Bíblia em baixo do braço. Mas o ser cristão de verdade, de acordo com o modelo deixado por nosso Senhor Jesus Cristo, vau muito além das aparência, é um grande desafio.
Certa vez um homem se ofereceu para seguir a Jesus, e ser um de seus discípulos, contudo foi muito bem advertido das dificuldades que enfrentaria. Disse Jesus, a respeito da vida ministerial: “As raposas tem seus covis, as aves de céu ninho, mas o filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.” Jesus quis dizer que há muito trabalho a ser feito no Reino de Deus. Este trabalho só pode ser desenvolvido através de crentes de verdade.
Desta forma, se há um crente de verdade entre nós, este homem deveria ser respeitado, honrado e apreciado , pelos seguintes motivos:
Porque ele vai levar até você uma proposta de salvação da parte de Jesus Cristo, e abençoar sua vida.
Porque ele tem a capacidade de perdoar e até orar a favor de seus inimigos.
Porque ele faz beneficência sem ser notado e sem esperar nada em troca.
Porque ele estará disposto a andar mais uma milha com vice, se necessário.
Porque a oração que ele fizer, muito provavelmente será atendida por Deus.
Porque se lhe pedirem sua capa, ele também oferecerá sua túnica.
Se lhe ferirem a face direita, ele terá forças para oferecer, também, a esquerda.
O texto da introdução da nossa meditação de hoje, nos leva a conhecer a experiência de uma mulher chamada Sunamita, que encontrou um crente de verdade, um santo homem de Deus e desejou beneficia-lo. Ela construiu um quartinho para ele descansar quando passasse perto de sua casa. Esta mulher era muito bondosa, contudo, ela havia perdido a esperança de ser mãe. Seu ato de bondade para com o santo homem de Deus, fez com que ele intercedesse por sua vida,. Um milagre aconteceu, ela teve um filho. Que experiência maravilhosa!
Querido leitor de Jornal Agora, se encontrares um crente de verdade, um santo homem de Deus, aproxime-se dele, honre-o, respeite-o, certamente você será abençoado. Aquele que der um copo de água a um desses meus pequenos, de modo nenhum perderá seu galardão.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Vamos peneirar?


A tarefa de liderar é difícil. Liderança não se aprende na escola ou no seminário. O líder natural possui características dadas por Deus. Uma das provas de sabedoria do bom líder é saber escutar para manter a convivência.
Muitas das vezes no pastoreia de um rebanho ou na direção de uma instituição, nos deparamos como pessoas que possuem dificuldades de relacionamento. São irmãos conflituosos. Que não permanecem firmes em nenhuma igreja nenhum pastor para elas tem valor. Todas as igrejas estão erradas. Somente elas é que estão certas. Na posição de pastor, você não pode fechar as portas da congregação, para esse tipo de pessoa. Estão o que fazer, já que as pessoas não são descartáveis?
Geralmente, o problema não está na Igreja ou no sacerdote, e sim no indivíduo e aonde ele for, levará os seus problemas e criará novos conflitos. Mas onde existe amor, tudo tem solução. Infelizmente, uma praga que tem assolado muitas igrejas é o espírito de fofocas e boatos. Tem sido comum, alguém chegar para o pastor da igreja, ou o líder da mocidade e anunciar em alto e bom tom: você já sabe do último do irmão fulano?
A Bíblia diz: “Se alguém cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, mas engana o seu coração, a sua religião é vã” (Tg 1.26)

domingo, 6 de julho de 2008

Vença o medo



Se você tiver tempo e paciência, faça uma experiência. Durante uma semana, anote todos os seus medos. Você verá que eles giram principalmente em torno de comer, beber e vestir. O medo nos acompanha desde a vida intrauterina e por toda a vida.
Temos medo da carência, de nos faltar algo, temos medo de sermos insuficientes, uma auto-estima baixa. Os conflitos nos metem medo, a dor, o sofrimento moral, a morte, as enfermidades, a solidão, as guerras, os cataclismos. Eles são vividos em diversos graus e formas. Podemos dar graças a Deus por um determinado tipo de medo, aquele medo orgânico, racional, sensato – ele tem salvo nossa vida muitas vezes, pode estar certo disso. Mas existe também o medo imaginário, insensato, doentio.
Não devemos temer a trindade secular, da qual Jesus falou em Mateus 6: - Não se preocupem com a comida e com a bebida que precisam para viverem nem com a roupa que precisam para se vestirem. Afinal, será que a vida não é mais importante do que a comida? E será que o corpo não é mais importante do que as roupas? Vejam os passarinhos que voam pelo céu: Eles não semeiam, não colhem, nem guardam comida em depósitos. No entanto, o Pai de vocês, que está no céu, dá de comer a eles. Será que vices não valem muito mais do que os passarinhos? E nenhum, de vocês pode encompridar a sua vida, por mais que se preocupe com isso. E por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem as flores do campo: Elas não trabalham, nem fazem roupas para si mesmas. Mas eu afirmo a vocês que nem mesmo Salomão, sendo tão rico, usava roupas tão bonitas como essas flores. É Deus quem veste a erva do campo, que hoje dá flor e amanhã desaparecem, queimada no forno. Então é claro que ele vestirá também vocês, que têm uma fé tão pequena! Portanto, não fiquem preocupados, perguntando: “Onde é que vamos arranjar comida?” ou “Onde é que vamos arranjar bebida?” ou “Onde é que vamos arranjar roupas?” Pois os pagões é que estão sempre procurando essas coisas. O Pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam de tudo isso. Ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele lhes dará todas essas coisas. Não fiquem preocupados com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã trará as suas próprias preocupações. Para cada dia bastam as suas próprias dificuldades.
Não podemos ser vencidos por esses medos. Eles podem ser derrotados, quando buscamos as coisas mais elevadas. Não podemos permitir que coisas materiais básicas nos distraiam. O argumento de Jesus é muito forte – Ele manda prestarmos atenção nas flores e nos pássaros. O beija-flor, por exemplo, se alimenta do néctar das flores e de insetor; seu ninho tem apenas 4 centímetros, seu vôo e incrível – o único pássaro que voa de marcha á ré; ele tem pressa e uma energia incrível. Antes de o ninho ficar pronto, a fêmea já põe o ovo; seu coração pode bater 1200 vezes por minuto. Há milênios Deus tem usado os beija-flores para fertilizar as plantas, e lês estão aí para nos ensinar a confiança nos propósitos de Deus.
Preocupar não resolve nada. O futuro pode ser misterioso, mas não o resolvemos hoje. Quando ocorrerão as coisas que vice teme? Amanhã, sempre ou nunca? Jesus tinha mais a temer do que nós, e no entanto vivia um dia de cada vez e trabalhava.
A preocupação com coisas elevadas elimina preocupações menores. Não tema então buscar primeiro as coisas de Deus de modo contínuo, habitual. O resto será acrescentado.